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Inteligência Artificial

Consultoria e execução: decidir o que automatizar, e fazê-lo

Um diagnóstico honesto do que compensa automatizar, com prioridades, regras para a equipa e execução a seguir, se fizer sentido.

Para quem é a consultoria

Há empresas que sabem exatamente que tarefa querem tirar da frente. Para essas, o caminho é direto: o serviço de workflows e processos ou o de atendimento. Este serviço é para as outras — as que sentem que há aqui alguma coisa a ganhar, mas não sabem onde, e desconfiam de quem lhes promete tudo.

O trabalho é de diagnóstico. Olhamos para como a empresa funciona, medimos onde se gasta tempo em tarefas repetidas, identificamos o que hoje é tecnicamente possível automatizar e dizemos por que ordem compensa fazê-lo — incluindo o que é melhor não automatizar, por ser raro, por exigir julgamento ou por o risco de errar ser maior do que o tempo poupado.

A segunda metade do nome é a execução. O diagnóstico pode ficar por aqui e ser executado pela sua equipa ou por outro fornecedor, com o documento a servir de caderno de encargos. Ou continuamos nós, com os serviços desta área e do desenvolvimento. A decisão é sua e não está presa ao diagnóstico.

Problemas que este serviço resolve

Os pedidos de consultoria costumam nascer de um destes sintomas.

Pressão para fazer alguma coisa com IA

A administração pede um plano, a concorrência anuncia novidades, e falta uma leitura séria do que faz sentido nesta empresa.

Cada um a usar o que quer

Metade da equipa já usa ferramentas de inteligência artificial por conta própria, com dados da empresa, sem regra nenhuma escrita.

Experiências que não pegaram

Já se tentou uma automatização ou um assistente, funcionou na demonstração e morreu ao fim de dois meses.

Propostas difíceis de comparar

Chegam orçamentos de fornecedores diferentes, com promessas diferentes, e não há critério interno para os julgar.

Não se sabe o que isto vale

Falta a conta simples: quanto tempo se perde hoje, quanto custaria automatizar e ao fim de quanto tempo se paga.

Um diagnóstico honesto vale mais do que uma promessa bonita.

Como trabalhamos

O diagnóstico é curto de propósito. Um estudo de três meses fica desatualizado antes de alguém o executar.

Conversas com quem faz o trabalho

Falamos com as pessoas das operações, do comercial e do apoio ao cliente, não só com a direção. É lá em baixo que se sabe o que se repete todos os dias.

Inventário de tarefas e de ferramentas

Listamos as tarefas repetidas com a frequência e o tempo que levam, e as ferramentas que a empresa já paga — incluindo as que ninguém usa.

Triagem do que compensa

Cada candidato a automatização é avaliado por tempo poupado, dificuldade técnica, risco de errar e dependência de terceiros. O resultado é uma lista por ordem, não um catálogo de possibilidades.

Regras de utilização para a equipa

Escrevemos o que pode e não pode ser posto em ferramentas de inteligência artificial, que dados nunca saem da empresa e o que tem de ser sempre revisto por uma pessoa antes de sair para um cliente.

Plano com custos e primeira prova

Entregamos o plano com estimativa de custo e de poupança, e propomos uma primeira automatização pequena — a que serve de prova antes de haver investimento a sério.

Execução acompanhada, se quiser

Se avançarmos, o plano vira projeto com fases e entregáveis. Se não avançarmos, o documento é suficiente para outro fornecedor executar.

O que recebe

O diagnóstico é um documento que se usa, não uma apresentação para arrumar.

Mapa das tarefas repetidas

O que se faz, quantas vezes, quanto tempo leva e quem o faz — muitas vezes a primeira vez que a empresa vê isto escrito.

Lista de oportunidades por ordem

Com o que se ganha, o que custa e a dificuldade de cada uma, para se poder começar pela mais rentável.

O que não vale a pena automatizar

E porquê. É a parte do documento que costuma poupar mais dinheiro.

Regras de utilização da equipa

Documento curto, em linguagem corrente, sobre o que pode ser usado, com que dados e com que revisão humana.

Estimativa de custo e de retorno

Investimento, custo mensal de utilização e tempo poupado, com as contas à vista para poderem ser discutidas.

Proposta da primeira automatização

Âmbito, fases e valor do primeiro passo, para decidir com um número em cima da mesa.

Perguntas frequentes sobre consultoria

O que nos perguntam antes de contratar um diagnóstico.

E se a conclusão for que não vale a pena?

É uma conclusão possível e não a evitamos. Já é resposta: fica a saber que o dinheiro rende mais noutro lado, com as contas feitas, em vez de o descobrir depois de um projeto falhado. O diagnóstico é pago pelo trabalho, não pelo resultado dar sim.

Ficamos obrigados a executar convosco?

Não. O documento é seu e está escrito para poder ser executado por qualquer equipa, incluindo a sua. Preferimos continuar, claro, mas um diagnóstico que só serve para nos contratar não é um diagnóstico.

Quanto tempo demora?

É curto de propósito, contado em semanas e não em meses, porque o que se está a analisar muda depressa. O prazo exato depende do número de pessoas a entrevistar e de processos a mapear, e fica na proposta.

Precisamos de ter dados organizados para começar?

Não. A desorganização faz parte do diagnóstico, e muitas vezes a primeira recomendação é arrumar antes de automatizar. Se lhe disserem que precisa de ter tudo em ordem antes de falar com alguém, é o contrário do que fazemos.

Isto inclui formação à equipa?

As regras de utilização são entregues e explicadas. Formação prática mais alargada, com sessões de trabalho por departamento, é orçamentada à parte, porque depende do tamanho e da disponibilidade da equipa.

Comece pelo diagnóstico

Diga-nos quantas pessoas tem a empresa, que ferramentas usa e o que a levou a pensar nisto. Respondemos com o âmbito, o prazo e o valor do diagnóstico.

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